CARTAS DE SEVILHA Resgatei umas cartas antigas aos dentes dos ratos. Que legal ter uma história! Dezembro de 1987, Sevilha, escrevo à minha jovem esposa, Suza, uma carta transbordante de amor, saudade e ciúmes. Romantismo sincero, verdadeiro, como só podem ter os jovens ainda não corrompidos pela cimentadora realidade cotidiana.

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